domingo, 25 de dezembro de 2016

Aceitação da ida de pessoas

Na vida de qualquer um, pessoas entram, fazem em nós o que se tinha que fazer e saem. O que nos leva a ficar presos a elas?
Quando você já não pode mais continuar num meio social por já ter concluído sua estada, numa escola por exemplo, as pessoas que você costumava conviver não farão mais presença da mesma forma que antes, pessoas essas que podem ter marcado sua vida. Isso também se adequa a um relacionamento ou amizade que foi dificultada, seja por distância ou rompimento, as saudades destes agora "fantasmas" podem chegar a nos deixar deprimidos, a partir deste momento; o que fazer?

Nascemos, crescemos e morremos.

Este meio tempo, nos é deixado para desenvolver uma lógica a cerca da vida, do que ela nos oferece e por fim o que fazemos com o que ela nos dá.
Se nos prendemos a algum fantasma, o esperado é que fiquemos estagnados num ponto de nossa vida. Se somos frutos do nosso meio social, esta estagnação nos provoca desde ansiedade até depressão. E assim, esquecemos de nós mesmos, esquecemos o que merecemos, e o que temos.

A junção de teus próprios pedaços só depende de seu próprio dono. Se teu mundo está em chamas, queime junto, mas renasça após isso, com outra aura e outro sentido para tua vida. Procure gostar de si mesmo e das coisas que faz, e se não gosta, desvende o que você realmente quer. Questione-se. A sua chave para felicidade só está em você.


terça-feira, 15 de dezembro de 2015

O Mistério do Rio das Rosas Brancas




A melancolia, solidão e reclusão de um professor teve sua origem aos 17 anos, no interior do Rio de Janeiro, na perda de um grande amor.
A narrativa do autor nos transporta seja para debaixo d'água, à beira do rio ou ao topo do penhasco onde a magia acontece, e conta ainda com várias lições de liberdade, autoaceitação e felicidade numa linguagem fácil e compreensível.
      "Tem gente que passa a vida toda submersa, sem coragem de espichar a cabeça pra fora da água. Voar ziguezagueando por aí seria bom demais, ainda que fosse pouco." diz Luis, um garoto que o professor conheceu no rio, ao contar que às vezes quando uma pessoa morre, parte de sua alma se perde na natureza, nas coisas, pelas folhas, no vento que sopra na nossa direção, pelos bichos. Fazendo-nos pensar que há muito mais coisas que não podemos ver, porém que é importante saber sentir.
Ademais, o livro conta com citações de excelentes autores como Florbela Espanca, Oscar Wilde e Fernando Pessoa além de outros grandes nomes.